Hoje dediquei um pouco do meu tempo aos mais pequeninos e, eis que encontrei este video que achei o máximo...
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Já estão lá todos, na casa de campo... noivos, pais dos noivos, irmãos, cunhados, filhos, sobrinhos e por fim sobrinhas netas :))
| Noivos, pais dos noivos, irmãos e cunhados |
| Filhos e sobrinhos |
| Filha |
| Filho |
| Sobrinhas netas (foto tirada do blog da minha irmã) |
sábado, 29 de outubro de 2011
Gosto muito desta canção... a letra e musica combinam muito bem.... parabéns à banda "Classificados"
"Com Medo de Voar"
Classificados
Às vezes é tarde demais, para seguir em frente.
Às vezes é cedo demais, para voltar atrás.
O tempo também é inverso, à nossa vontade.
E às tantas o que nos atrai, já não é verdade.
Porque é fácil não estar no lugar marcado,
E é tão fácil seguir o caminho errado.
Às vezes eu não salto com medo de voar,
Às vezes eu não sonho, com medo de acordar.
Às vezes eu não canto, com medo de me ouvir,
Às vezes eu entendo, que é apenas um momento, e o melhor há-de vir.
Às vezes eu não salto com medo de voar,
Às vezes eu não sonho, com medo de acordar.
Às vezes eu não canto, com medo de me ouvir,
Às vezes eu entendo, que é apenas um momento, e o melhor há-de vir.
"Com Medo de Voar"
Classificados
Às vezes é tarde demais, para seguir em frente.
Às vezes é cedo demais, para voltar atrás.
O tempo também é inverso, à nossa vontade.
E às tantas o que nos atrai, já não é verdade.
Porque é fácil não estar no lugar marcado,
E é tão fácil seguir o caminho errado.
Às vezes eu não salto com medo de voar,
Às vezes eu não sonho, com medo de acordar.
Às vezes eu não canto, com medo de me ouvir,
Às vezes eu entendo, que é apenas um momento, e o melhor há-de vir.
Às vezes eu não salto com medo de voar,
Às vezes eu não sonho, com medo de acordar.
Às vezes eu não canto, com medo de me ouvir,
Às vezes eu entendo, que é apenas um momento, e o melhor há-de vir.
BOM FIM DE SEMANA!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Puffs e trapilho...
Há quem tenha "...asas nos pés e voo sem parar..." eu por aqui tenho asas nas mãos e mais trapilho no saco e voaram para ao pé de mim dois puffs, bem rechonchudos que rebolam... rebolam... como a cabacinha... foram recheados com esferas de esferovite .
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Algumas ideias...
domingo, 16 de outubro de 2011
"Grãos de uma Romã"
Abençoadas as pessoas que vêm ao mundo para ajudar os outros... só hoje é que descobri este Hino que A Associação CAIS lança contra a pobreza.
Parabéns pelo vosso belo trabalho... continuem!
Parabéns pelo vosso belo trabalho... continuem!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Carolina
O aparecimento de Carolina...
Quando acordei, senti que o dia iria ser diferente, bem diferente do habitual. O homem amola- tesouras passava na rua e como diz o ditado, quando toca a música, com a sua gaita, chove no dia seguinte, mas não creio... o calor veio para ficar!
Como é habitual, todos os dias dou uma limpeza à sala e subitamente o saco que está atrás do sofá com os restos de trapilho, começou a saltar. Fiquei a olhar , sem saber o que fazer.
- Isabel!... Isabel!...
Alguém chamava por mim... eu nem queria acreditar, eram os restos de trapilho que chamavam por mim. O trapilho cor salmão deu um salto e tic, tic, tic...veio direitinho para o meu colo. Olhou-me fixamente e disse:
- Quero ser a boneca Carolina! - disse o trapilho cor salmão.
- A boneca Carolina? - perguntei eu, admirada.
- Sim, aquela boneca rosadinha e com o cabelo preto , aquela que estava na revista! - respondeu o trapilho cor salmão.
Eu fiquei sem saber o que fazer e dizer, acenei com a cabeça... afinal não custava nada tentar. Fui buscar a agulha de croché e comecei a criar a tal bonequinha, começou a ganhar vida, não tinha uma cara muito bonita, mas era bem divertida e isso fazia dela uma linda boneca. Todos quiseram colaborar, dando todo o trapilho que deles restava... foi realmente um dia diferente, mas uma coisa é certa, os restos de trapilho acabaram, mas ficou a Carolina.
Isabel Alves
Esta é a Carolina, é bem bonitinha não é?
Quando acordei, senti que o dia iria ser diferente, bem diferente do habitual. O homem amola- tesouras passava na rua e como diz o ditado, quando toca a música, com a sua gaita, chove no dia seguinte, mas não creio... o calor veio para ficar!
Como é habitual, todos os dias dou uma limpeza à sala e subitamente o saco que está atrás do sofá com os restos de trapilho, começou a saltar. Fiquei a olhar , sem saber o que fazer.
- Isabel!... Isabel!...
Alguém chamava por mim... eu nem queria acreditar, eram os restos de trapilho que chamavam por mim. O trapilho cor salmão deu um salto e tic, tic, tic...veio direitinho para o meu colo. Olhou-me fixamente e disse:
- Quero ser a boneca Carolina! - disse o trapilho cor salmão.
- A boneca Carolina? - perguntei eu, admirada.
- Sim, aquela boneca rosadinha e com o cabelo preto , aquela que estava na revista! - respondeu o trapilho cor salmão.
Eu fiquei sem saber o que fazer e dizer, acenei com a cabeça... afinal não custava nada tentar. Fui buscar a agulha de croché e comecei a criar a tal bonequinha, começou a ganhar vida, não tinha uma cara muito bonita, mas era bem divertida e isso fazia dela uma linda boneca. Todos quiseram colaborar, dando todo o trapilho que deles restava... foi realmente um dia diferente, mas uma coisa é certa, os restos de trapilho acabaram, mas ficou a Carolina.
Isabel Alves
Esta é a Carolina, é bem bonitinha não é?
A Carolina foi feita com trapilho da loja Xiquibem
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